Uma reportagem veiculada pelo Bom Dia DF em 06 de abril de 2002, traz informações sobre a nova invasão em uma área de proteção ambiental. 

O coordenador do Projeto AquaRiparia e professor da UnB, Dr. José Francisco Gonçalves Júnior diz que ela é uma ocupação que está levando à destruição de áreas nativas do cerrado, em que leva a perda da diversidade biológica, mas também leva à impermeabilização do solo, à erosão do solo, perda da área de recarga das bacias hidrográficas e que muitas vezes pode levar à intensificação das secas que nós observamos no Distrito Federal.

O DF Legal se manifestou e disse que realizou vistoria no local, registrando a presença de 500 barracos feitos de lona e madeira. Afirma que estão preparando um relatório sobre o assunto para enviar aos órgãos competentes e verificar o que pode ser feito. 

Assistir a reportagem na íntrega:

Clique aqui

 

No dia 22 de março de 2022, a Repórter Brasil publicou uma matéria sobre as substâncias encontradas na água pelo Brasil na forma de um mapa interativo. O professor e coordenador do projeto AquaRiparia, Dr. José Francisco Júnior concedeu uma entrevista sobre o assunto, onde ele diz que o maior problema está na fonte, o manancial de onde a água é retirada, afirma o presidente da Aliança Tropical de Pesquisa da Água José Francisco Gonçalves. “Boa parte da nossa água hoje, por conta da contaminação do solo e por serem muito próximas às cidades ou áreas agrícolas, já possui comprometimento quanto à qualidade química”. Ou seja, com fontes cada vez mais contaminadas, o tratamento necessário fica mais difícil, caro e, portanto, inacessível.

Sobre a criação de políticas públicas para a recuperação das áreas degradadas e ecossistemas poluídos se apresenta como a melhor solução. José Francisco afirma: “É um movimento social capitaneado pelo poder público, mas que precisa de envolvimento de todos os setores da sociedade, até mesmo do setor produtivo, porque sem água de boa qualidade eles também não conseguem produzir, e tendo um funcionário que está doente, ele vai ter uma produção menor, então é fácil convencer todos os setores, o que precisa é ter vontade”.

A insegurança em relação à água é um sentimento comum no Brasil. Não se bebe água direto da torneira, compra-se água engarrafada ou filtro caseiro, que mesmo assim não se sabe se realmente ela é pura. Na dúvida sobre a qualidade, muitas pessoas optam por ferver a água para poder eliminar as impurezas. O coordenador do projeto AquaRiparia e presidente da Aliança Tropical de Pesquisa da Água diz que qualquer ação doméstica não será suficiente para retirar possíveis metais pesados, compostos químicos e fármacos, entretanto, enfatiza “se a pessoa suspeita que a água que está chegando na sua casa tem problemas, deve ferver a água”.

Para ter acesso ao mapa da água e a matéria na íntegra, clique aqui.

No dia 04 de novembro foi veiculada uma reportagem no DF1 da Rede Globo, sobre o Córrego Crispim, que está alguns dias com espuma branca e de odor forte. O professor de ecologia da UnB e coordenador do projeto AquaRiparia, Dr. José Francisco Gonçalves Júnior comentou sobre a situação dizendo: "É nitidamente um ambiente poluído por atividade urbana descontrolada e sem controle do poder público. Dados que nós possuímos de pesquisa no Córrego Alagado já demonstra isso. Esse rio se encontra com o córrego alagado a alguns quilômetros depois da sua nascente, aumentando ainda mais a poluição. O Córrego Crispim nada mais é do que mais uma demonstração que toda aquela bacia de drenagem está plenamente comprometida com um uso e ocupação do solo inadequado e sem controle do poder público."

Para assistir a reportagem completa, acesse:

DF1 | Moradores do Gama denunciam poluição em córrego

 

Em 06 de maio de 2021 foi assinada uma moção pelo CBH Paranaíba-DF recomendando o acompanhamento, monitoramento e análise dos impactos hidroambientais cumulativos nos projetos de novos empreendimentos de parcelamento de solo na Bacia dos Afluentes do rio Paranaíba no Distrito Federal e todos os respectivos procedimentos jurídicos, técnicos e administrativos relacionados.

Essa moção levou em consideração diversos fatores como, por exemplo, a Política Nacional de Recursos Hídricos; as atribuições normativas, deliberativas e consultivas, vinculado ao Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal; o Projeto Urbitá da UPSA, associado ao Projeto Residencial Sobradinho e o Projeto Vila Celia e a implantação de novos Projetos Urbanísticos de parcelamento do solo na região da Serrinha Paranoá pela Terracap.

Para ter acesso ao documento completo clique no link abaixo:

Moção CBH Paranaíba-DF Nº 01/2021, de 6 de MAIO de 2021Nº 01/2021, de 6 de MAIO de 2021

 

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